Tema:A guerra do cristão

Texto: II Tm.2.1-8

Introdução: Ao escrever a segunda carta para Timóteo, Paulo estava preso em Roma. Todo aquele movimento de soldados

à sua volta lhe fez refletir sobre a condição do cristão como soldado do Reino de Deus.

1- Chamados e alistados.

Todos são chamados pelo Senhor, mas só os convertidos estão alistados no seu exército, que é a igreja. Nenhum cristão

está dispensado deste serviço militar. Não fomos chamados para sermos ricos ou termos boa posição social, embora não

estejamos impedidos de tais coisas. Fomos chamados para a guerra.

2- As guerras ilegítimas.

Muitos cristãos sabem que são soldados, mas estão lutando do lado errado. Isto acontece quanto combatemos nossos

próprios irmãos, ou o nosso próximo, parente, vizinho ou colega. Muitos se dedicam ao combate às outras denominações.

Isso ocorre quando o cristão fala, age ou até ora contra os outros.

3- A guerra do cristão.

O nosso combate não é contra seres humanos (Ef.6.12), mas contra Satanás e seus demônios. Nossa missão é libertar

homens cativos pelo inimigo. Nossa luta é também contra o pecado. Nossas armas são: a palavra de Deus, falada e praticada,

a oração e o jejum.

Conclusão: Neste mundo teremos batalha após batalha, mas, com Cristo, nós somos mais do que vencedores. Só ao final de sua vida,

Paulo viu terminar o seu combate (II Tm.4.7-8). Quando Cristo voltar, seremos recebidos na glória e recompensados por todos os

nossos combates.